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Vila Cova,
chamada até há pouco tempo de “Vila Cova de Vez de Aviz”
aparece citada nos primeiros tempos como “Subtus Mons Petra
Ficta”, o que quer dizer, “Abaixo do Monte de Perafita”.
Próximo do
local, confirmando a existência da vida pré-histórica, está
a Necrópole do Chocal, a qual foi divulgada pelo P. José
Monteiro de Aguiar em 1936, da seguinte form a:
“A
propósito do Marco de Luzim, lembro-me acrescentar que no Concelho
houve mais monumentos desta natureza, ou marcos importantes que
tiveram a mesma origem e funções idênticas às do Marco de Luzim.
Um
desapareceu, mas ficou o topónimo a indicar a sua existência: - na
Freguesia de Duas Igrejas, Perafita (petra-fixa, petraficta),
pedra ao alto, espetada, cravada no chão.
Devia
estar este monumento no alto do monte, nos confins das Freguesias
de Duas Igrejas e de Vila Cova de Vez de Aviz, no ponto culminante
da travessia da montanha que ainda se faz pelo mesmo sítio.”.
Por se
confrontar com Galegos, acabou por beneficiar dos
privilégios que esta Freguesia teve de Beetria, e
também do Foral de Penafiel de 1519.
Desde as
Memórias do Mosteiro de Paço de Sousa (1105), que é citada,
tendo como outros documentos testemunhais da sua existência as
Inquirições de 1258, o Arrolamento das Paróquias de 1320,
o Cadastro da População do Reino (1527) e o Censual da
Mitra do Porto (1542). Integrada na bacia do rio Tâmega, está
situada no estremo Nascente do Concelho e é delimitada, de
Norte para Sul e de Poente para Nascente pelas Freguesias de
Milhundos, Duas Igrejas, Luzim e Abragão.
De seu
Património edificado, tem a Igreja Paroquial, a Capela
da Senhora do Rosário e as Casas de Riba Côa,
Rubins, Curcuvido e Vila Flor.
As
festividades religiosas são dedicadas ao Santíssimo Sacramento,
em Maio, a Nossa Senhora do Rosário, a 15 de Agosto e a
S. Romão, a 18 de Novembro.
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