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Mouriz,
do latim “mauros”, derivou “maurinos”, o que significa mouro. Lá
diz a cantiga “
(…)
Tuas mulheres eram lindas; Morenas, brancas e loiras; Nas suas
idas e vindas; Raiz de moiro
as
fez moiras. (…)”.
Os apreciadores da arquitectura solarenga, aqui
poderão encontrar alguns espécimes ainda que talvez degradados e abandonados
como é o caso do Solar da
Quinta da Lama (séc. XIX).
Vislumbra-se porém, ainda que esbatido, o
esplendor de outrora.
Também o Solar da Quinta da Amoreira e o Solar
do Outeiro, pertencem ao seu espólio erigido. O primeiro tendo sido pretensa
do Conselheiro Dr. Francisco de Lemos da Silva Peixoto, chefe do partido
progressista nos finais do séc. XIX, é brasonado. O Solar do
Outeiro com capela, construído nos inícios do séc. XIX por
Bernardino Alves Coelho, General condecorado com a medalha número três
da Guerra Peninsular, foi umas das mais ilustres Quintas e Casas do
Concelho.

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