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Gandra,
é a terceira freguesia, em população, do
Concelho de Paredes. Apenas
Lordelo e Rebordosa, têm mais habitantes. Com os seus 12,5 Km²,
é, também, uma das maiores.
S. Miguel da Gandra foi constituída como Freguesia em tempos
muito remotos.
Durante toda a Idade Média e Moderna, pertenceu ao
Concelho
de Aguiar de Sousa, e em 1837, com a extinção deste, passou
para o de Paredes. A história da actual Gandra, deve começar
mesmo, no séc. V, ano de 409.
Nesta
Época, a Península Ibérica é invadida
por hordas de povos Bárbaros, assim chamados pelos Romanos, por
não falarem o Latim.
Primeiro os Suevos e depois os Visigodos,
vão dominar as regiões durante
vários séculos.
Convertendo-se ao
Cristianismo, constroem Capelas e Igrejas, santificando os
lugares, assim subtraídos ao paganismo.
A
Igreja Matriz, com a sua torre sineira de quatro relógios e quatro sinos, o seu tecto adornado com figuras Bíblicas,
e talha dourada do retábulo do altar-mor, juntamente com as Capelas de S.
Sebastião e a de S.
Mateus, fazem parte do seu património religioso.
Já no séc. XII, havia
documentos que
citavam Gandra como Freguesia.
No “Catálogo dos Bispos do
Porto”, diz-se que a Igreja da Gandra foi fundada por D. Mafalda.
Nos anos 30 do séc. XIX, durante
as lutas fratricidas entre Liberais
e Absolutistas, Gandra marcou a sua alta posição na História Nacional.
Foi pela Batalha de Ponte Ferreira,
desenvolvida entre Gandra
e
S. Martinho do Campo.
Com a abertura da CESPU
(Cooperativa de Ensino Superior Politécnico e Universitário, CRL)
mais e maior importância passou a ter no Concelho.
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